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Podcast #25 – Tratamento de amigos e familiares na clínica psicanalítica

Neste programa, explicamos se é recomendado ou não atender amigos e familiares na clínica psicanalítica.

Música: Mariage d’Amour – Paul de Senneville

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14 comentários em “Podcast #25 – Tratamento de amigos e familiares na clínica psicanalítica”

  1. Esta é uma situação que todo psicanalista se depara, e , o mais ético é encaminhar para um outro psicanalista ou recomendar. Uma livre Associação tem que ocorrer sem barreiras ou crenças para o analisando conseguir superar as suas angústias. Com um familiar ou amigo (a) não será alcançado o todo na psicanálise clinica.

    1. O bom é procurar outro psicanalista.tendo em vista que o resultado do tratamento seja melhor.e atente para os ensinamento da psicanalise.

  2. Atlas André Andrade de Oliveira

    O recomendável é que se faça uma separação!
    Acredito que o psicanalista deve presta serviços no geral a todos sem distinções. Porém, não cabe a ele a função de clinicar familiares e amigos íntimos. O recomendável é que seja feita uma análise da situação como forma de tentar remediar e recomendar a um outro profissional de confiança para realizar a psicoterapia

  3. Joici Hoefling de Souza Figueiredo

    É complicado mesmo. Ninguém é de ferro, em algum momento iria entrar uma pergunta pessoal, uma dúvida, poderia ter alguma acusação, não podemos esquecer somos seres humanos, a curiosidade poderia surgir em algum momento e estragar a condução da terapia

  4. É de fundamental importancia, estarmos atento a este questionamento, pois ha coisas que não devemos saber como amigo, e se esta relação amizade se relacionar com o profissionalismo, devemos separar para evitar perder o amigo.

  5. Boa noite! AXO muito difícil analisar a própria família, aonde o pertencimento não progride como o mesmo sangue nas veias de cada um, mesmo sendo igual. Sempre haverá o questionamento, será ser assim ou assado, porque me conhece profundamente, sabe dos meus anseios, será que vai entender? Será que devo confiar, devemos caminhar para um amigo psicanalista. A associação livre fica, mas deliberadamente com um analista fora do âmbito estrutural, familiar.

  6. Não acho aconselhável um psicanalista atender parentes ou amigos próximos pois isso pode ser confundido e atrapalhar os resultados da terapia.

  7. Alexandra Diana dos Santos

    O complicado dessa relação parental é o analista separar as questões à serem analisadas sem ter que se envolver sendo que muitas das vezes há muita ligação, assim ambos possam se sentir desconfortáveis.

  8. Realmente não há , nenhuma possibilidades de atender amigos ou familiares , não há crédito confiança , não há liberdade , não tem como o analisando, familiar , fazer sua fala com atenção.

  9. Eu jamais conseguiria falar dos meus sintomas, neuroses e perversões para um terapeuta familiar, a minha estrutura masoquista não suporta tensão, de ser humilhado, censurado na minha fala.

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